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Monday, 20 December 2010

O velho guia

Friday, 3 September 2010

Serenidade em Vannes

Monday, 23 August 2010

Trehorenteuc - Bretanha, terra de lendas

Chateau de Trecesson
Le Valle Sans Retour

Chateau de Trecesson

Friday, 21 May 2010

Vibrações

Tuesday, 2 February 2010

Anoitecer

Tuesday, 19 January 2010

Comboio de Luz

O Sol, descendo por entre as nuvens, cria a ilusão de que vai um comboio de luz a passar no tabuleiro da ponte.
Ext.Focagem - 18 mm; Velocidade 1/320 seg.; Abertura f/9


Tuesday, 12 January 2010

Mirando Lisboa

Nikon D90; Extensão de focagem - 18 mm; Abertura - F/6,3; Tempo de exposição - 1/160 segundos; ISO-200

Neste miradouro usufruímos de uma paisagem deslumbrante sobre o Tejo e Lisboa. É um dos melhores miradouros da região da Grande Lisboa. Passe a publicidade, este restaurante, "Amarra Ó Tejo", alia uma bela ementa à paisagem que se consegue avistar através das suas grandes paredes de vidro. O seu proprietário, que infelizmente nos deixou muito cedo, teve uma percepção genial para instalar aqui esta bela casa.

Thursday, 7 January 2010

Aveiro dos Mil Encantos

Nikon D90; ext.-32mm; f/4,2; veloc.0,62 seg.; ISO 200

Monday, 4 January 2010

Contra Luz no Tejo

Tuesday, 29 December 2009

Nuvens Vermelhas

Cacilhas, Portugal
Abertura f/8 - abertura máxima 4; Velocidade - 1/3200 s ; ISO-200; dist.- 25 mm

Saturday, 26 December 2009

Dois à Espera

Esta imagem foi conseguida com o apoio de um monopé, durante um passeio pelo Cais do Ginjal em Cacilhas.
A objectiva Sigma APO 150-500 mm, pelo seu peso e elevada sensibilidade, exige uma estabilidade perfeita e mesmo com um bom tripé é difícil de a controlar devido ao vento. Usar apenas um monopé e lutar contra a brisa matinal é uma luta terrível e enervante.
Às 8h30 a neblina matinal dava um tom característico às imagens e as gaivotas, em bandos, sobrevoavam o cais com muita rapidez. A velocidade que devia aplicar ao obturador era uma dúvida constante porque podia perder a focagem de elementos fulcrais e ricos para a imagem.
Ao fim de várias tentativas este foi o melhor resultado possível.

Câmara Nikon D90; Sigma APO 150/500; monopé Giottos; f-10; exposição de 1/320 s; ISO-200; distância focal-300mm; abertura 5.2 e focagem 35mm-450.


Tuesday, 15 December 2009

Aveiro - Reflexos na Noite


Friday, 13 November 2009

Remando na Tapada Grande

Tuesday, 10 November 2009

Anoitecer sobre o Tejo

Sunday, 8 November 2009

Preparativos Matinais

Saturday, 24 October 2009

Sulcos Dourados na Rocha Negra

Praia do Carvalhal, Brejão (Costa Alentejana)

Tuesday, 20 October 2009

Reportagem Fotográfica - Mina de São Domingos










Devo esta recolha de imagens e informações a pessoas formidáveis que aqui trabalharam e viveram nos tempos que esta povoação tinha mais de 9.000 habitantes. Destaco a colaboração de José Rodrigues, com a tradicional alcunha alentejana Bito, que numa visita guiada demonstrou ser uma autêntica enciclopédia viva sobre a história da Mina de São Domingos. A ele dedico este pequeno trabalho e expresso os meus agradecimentos.


A existência de minério nesta zona é conhecida desde a antiguidade, tendo os seus afloramentos, ricos em metais preciosos e cobre, sido explorados na época romana. Desse período subsistem uma pequena galeria, ainda visível na corta da mina, e uma roda de madeira para elevação de águas subterrâneas, que se encontra no Museu Nacional de Técnicas de Paris.

Em 1854, as potencialidades mineralíferas desta zona foram redescobertas pelo italiano Nicolau Biava, capataz nas minas espanholas de Tharsis. Confirmada a notável dimensão e riqueza da jazida existente, este cede em 1856 o direito de exploração a favor do francês Ernest Deligny, que formara em 1855 a sociedade La Sabina Mining Company. Obtida a concessão a favor de La Sabina, esta cede em 1858 os direitos de exploração ao engenheiro de minas britânico James Mason, que constitui a sociedade Mason & Barry Limited, responsável pela exploração da mina.

As excelentes condições de produção e escoamento fazem da Mina de São Domingos, logo em 1864, a primeira mina da Europa, com grande parte da sua produção dirigida ao mercado inglês. Depois de extraído, o minério era transportado por caminho-de-ferro para o porto fluvial do Pomarão, onde embarcava nos navios principalmente provenientes de Inglaterra.

Inicialmente, a exploração do subsolo decorre em profundidade e em extensão, expandindo os poços e galerias do período romano. Posteriormente, em 1868, foi implementado o sistema de lavra a céu aberto, para aumentar a produção e reduzir os custos de exploração.

Com o desmonte da serra foi demolido o primeiro povoado e construído o actual. A Oeste e a Norte do jazigo, cresceu então a próspera “vila” de São Domingos. A par de todas as infra-estruturas necessárias ao funcionamento do grande estabelecimento mineiro, instalam-se fundições, serralharias, carpintarias, oficinas diversas e a primeira central eléctrica do Alentejo. No início do século XX acentua-se o incremento da metalurgia em resposta às sucessivas crises do mercado do cobre e à crescente procura de enxofre por parte da indústria química. O aproveitamento desta substância conduz à instalação de uma fábrica, em São Domingos, destinada exclusivamente à produção de enxofre. Esta unidade construída em 1935, na Achada do Gamo, incorporava a mais actualizada tecnologia da época.

Crises significativas de falta de minério, por altura da II Guerra Mundial, têm como consequência o aprofundamento das zonas de extracção até ao nível 390m. Mas, em 1962, o fim da laboração da fábrica de enxofre é o prenúncio do esgotamento da jazida e do encerramento da Mina de São Domingos, que ocorreu em 1966.

Durante os 107 anos de exploração (1859-1966) foram extraídos da sua jazida cerca de 20 milhões de toneladas de pirite cúprica.

Informações recolhidas no local







Saturday, 10 October 2009

A Torre

Thursday, 24 September 2009

Pôr-do-Sol no Rio Tejo


Friday, 18 September 2009

Paris - 3 Modos de Ver

Imagem saída directamente da câmara. Foto obtida num dia chuvoso e cinzento. Quando vejo imagens destas apetece-me logo fazer umas modificações e procurar novos aspectos.
Nesta fase transformei a imagem em tons de cinzento tendo só deixado ficar as cores vermelho e amarela (brick e amarelo-nápoles).
Aqui foi o efeito de pintura ou de baixo-relevo dado por uma instrução de PhotoPaint chamada equalização local. E o resultado é sempre curioso.